Pílula que trava progressão de Alzheimer está a chegar
Fármaco
poderá ser comercializado em quatro anos
Especialistas da
empresa TauRx Therapeutics Ltd, focada no
desenvolvimento de tratamentos e diagnósticos para a doença de
Alzheimer, anunciaram, durante a 5ª
Conferência sobre Ensaios Clínicos para a Doença de Alzheimer (CTAD),
que uma pílula – chamada de LmTX – capaz de suspender o efeito desta doença
neurodegenerativa pode estar disponível no mercado dentro de quatro anos.
Segundo os testes realizados pela equipa, o fármaco é duas vezes melhor do que as actuais terapêuticas disponíveis e pode reduzir ou mesmo parar a progressão da doença. O medicamento poderá ser prescrito para pacientes com 60 anos ou mais como prevenção, mesmo que eles ainda não apresentem sinais de demência.
A
empresa britânica realizou o início de dois ensaios clínicos de Fase 3 em
pessoas com a condição de leve a moderada e segundo os especialistas, estes
testes podem fornecer os primeiros dados definitivos sobre uma abordagem
baseada na modificação da proteína Tau, no cérebro, para prevenir e tratar
Alzheimer.Segundo os testes realizados pela equipa, o fármaco é duas vezes melhor do que as actuais terapêuticas disponíveis e pode reduzir ou mesmo parar a progressão da doença. O medicamento poderá ser prescrito para pacientes com 60 anos ou mais como prevenção, mesmo que eles ainda não apresentem sinais de demência.
A nova droga, conhecida como LmTX, trabalha de uma forma diferente aos tratamentos actuais que têm como alvo a química do cérebro, ou a acumulação de uma proteína chamada beta-amiloide. LmTX, em contraste, dissolve proteínas que são uma marca distintiva da doença e é transmitida através do cérebro impedindo as proteínas de actuar.
Para provar que LmTX é eficaz, Claude Wischik, investigador britânico da University of Aberdeen, iniciou dois ensaios que envolverão cerca de 1.500 homens e mulheres com

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